Pesco, logo existo

«(… ) Todos os pescadores têm uma história e as suas histórias são geralmente caracterizadas por uma incrível tendência para a hipérbole. Sempre recheadas de grandes momentos, grandes capturas, grandes peixes… Também eu tenho muitas histórias de pesca para contar, mas, neste caso, a história que quero contar é outra. Uma história sem grandes exageros narrativos, mas com alguns excessos físicos que me levam a tentar sair da minha zona de conforto, mesmo estando na minha região de conforto. É uma história que se passa num território de partilha de actividades. Tem por base a minha história de fotógrafo-pescador ou pescador-fotógrafo (não sei qual melhor me assenta, e gosto de ambas). (…)»

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